segunda-feira, 7 de junho de 2010
Leona Lewis apoia campanha da WSPA, é vegetariana e diz que “sente nojo” quando vê pessoas usando peles
“Os animais são muito maltratados”, Leona disse. “Quando eu vejo pessoas a usar peles, principalmente jovens cantores, eu fico nauseada.”
Ela contou ainda que para o seu primeiro ensaio fotográfico a produção trouxe peles, penas e“tudo aquilo que eu desprezo. Eu tive que deixar claro que eu simplesmente não faço isso”.
A Cantora foi eleita a vegetariana mais sexy do mundo em pesquisa realizada pelo PETA (Pessoas para o Tratamento Ético de Animais).
“Eu sou vegetariana, então não uso roupas, sapatos ou bolsas feitas de couro ou camurça ou qualquer produto vindo de animais”, disse a intérprete do hit Bleeding Love.
“Sou totalmente contra a crueldade a animais”, acrescentou ela, que conquistou o apoio do PETA.
A cantora internacional está apoiando formalmente a WSPA – Sociedade Mundial de Proteção Animal na campanha pela Declaração Universal de Bem-Estar Animal – DUBEA. Ela posou para uma sessão de fotos nos estúdios da Sony BMG, em Kensington, na Inglaterra, com a mascote da família, Misty.
– Eu quis me juntar à Sociedade Mundial de Proteção Animal porque ela visa acabar com os maus-tratos contra os animais no mundo e faz ótimas campanhas.
Leona falou sobre os motivos de seu apoio à DUBEA:
– Uma das razões pelas quais os animais são tão vulneráveis aos maus-tratos é que não existe hoje um acordo entre países mostrando que eles também podem sofrer e sentir dor. A campanha pela Declaração Universal de Bem-Estar Animal pode ser o início do fim dos maus-tratos contra os animais no mundo. Cabe a nós dar uma voz a eles, agora.
Animais são torturados e executados em distribuidora de pet-shops
Uma investigação com câmara escondida da PETA (Pessoas pelo tratamento ético aos animais), organização que luta pelos direitos dos animais, revelou um tratamento cruel em pet shops dos Estados Unidos.
A distribuidora Sun Pet Ltds., com base em Atlanta, Estados Unidos, foi o alvo das investigações. O infiltrado do PETA passou três meses a trabalhar na empresa que despacha animais para diversas redes de pet shops dos Estados Unidos. Alguns dos maiores clientes da Sun Pet são a PetSmart, PETCO, Pet Supplies e até o Walmart.
Atrizes de Glee participam de campanha contra o abuso de animais
Jane Lynch, também no elenco da série, defendeu os bons tratos aos animais domésticos. Na campanha, a actriz falou sobre o abandono de cachorros e sobre sua relação com os bichinhos: “Eu tornei-me uma pessoa muito melhor por causa dos animais”, disse a actriz durante o vídeo da organização.
Estrela de novela inglesa posa nua em nova campanha do PETA
A morena protesta contra os chapéus, usados pela guarda real britânica, feitos de pele de ursos canadenses.
No anúncio, Kate aparece com uma tatuagem no braço com um desenho de uma caveira pirata usando o chapéu da guarda da rainha.
Já o slogan ´Bare Skin, Not Bearskin´ faz um trocadilho em inglês recomendando mostrar a pele (bare skin) e nao usar pele de urso (bearskin).
Brooke Shields defende o uso de pele de animais e irrita a PETA
Mas não foi apenas isso que tirou os ativistas do sério. Brooke disse que irá advogar pelo direito das jovens gerações de usarem pele de animal também. Em resposta, PETA postou uma mensagem em seu site oficial, perguntando se Brooke realmente queria ser lembrada como a ‘cafetina da pele de animal’. E essa briga parece estar só a começar.
Peta compra acções da McDonald's
Tornando-se acionista, a entidade passa a ter acesso direto aos donos das empresas acusadas de maltratar ou corroborar com maltrato de animais. “Essa decisão nos dá um novo fórum para apresentar as nossas pesquisas aos executivos, acionistas e ao público”, disse ao jornal a ativista da Peta Ashley Byrne.
Segundo declarações dela ao Telegraph, os supermercados Safeway e os restaurantes Ruby Tuesday concordaram em comprar produtos de empresas que usam “métodos mais humanos de abatimento de animais” ou fornecem ovos de galinhas e carne de porco de animais criados ao ar livre.
O jornal Los Angeles Times, que também deu a notícia, comentou que agora a Peta vai tentar negociar acordo com as companhias a portas fechadas. “Se você é extremista, você consegue costurar uma certa gama de apoios. Se você se torna um investidor, você muda para uma posição mais moderada e pode mudar sua identidade e confundir os ativistas mais antigos”, afirmou ao LA Times Hayagreeva Rao, professor de comportamento organizacional na Universidade Stanford.
Palmela Anderson defende as focas
"Como já proibiu a matança de focas bebés na Rússia, escrevo para lhe pedir que também proíba a importação de peles de crias de foca do meu país, o Canadá, onde a maior parte das focas que são mortas tem menos de três de idade", escreve Pamela Anderson, que nos últimos anos se tornou uma das mais ferozes activistas da PETA, associação de protecção dos animais.
Desta vez, apesar de Putin não ter respondido, a actriz conseguiu uma declaração do seu porta-voz, Dmitry Peskov, que afirmou a um jornal russo que o Presidente é "muito sensível" a este tipo de questões. Em Março do ano passado, o Governo proibiu a matança de crias de focas, à paulada, na Gronelândia, uma prática considerada "medieval". Neste momento, só o Canadá e a Noruega continuam a permitir a matança de focas bebés, cuja pele branca é muito apreciada. E enquanto houver possibilidade de comércio haverá quem mate focas. As peles das focas canadianas estão proibidas, há muito tempo, de entrar nos Estados Unidos, no México e na União Europeia, mas ainda podem ser vendidas livremente no território russo. Pode ser que a actriz consiga tocar o coração de Vladimir Putin.
Erupcção do supervulcão do Yellowstone
O mais alto gêiser do mundo, capaz de passar 50 anos sem erupções entra em atividades, entra em atividade, lançando colunas de vapor de água super aquecida a centenas de metros no ar. O solo rachou e aqueceu ao ponto do serviço do parque nacional ter de fechar algumas trilhas. Pouco tempo depois um grupo de bisões caiu morto, vítimas de gases venenosos sob o solo.Imagens de satélite revelavam que algo ameaçador estava acontecendo sob a Terra.
Na internet espalharam-se rumores infundados de que um supervulcão, uma erupção tão grande que ocorre a apenas 700 mil anos estava prestes a explodir.
"Estas coisas acontessem. Você pode olhar para a Terra e ver as cicatrizes."
Mistérios da Ciência pergunta: se Yellowstone vivenciar uma super-erupção, os EUA conseguiriam sobreviver?
A última explosão de um supervulcão ocorreu a 74 mil de anos atrás na ilha de Toba na Indonésia, e poderia dizimar uma população inteira. Ela criou uma mini era de gelo e quase eliminou toda a vida na Terra. Erupções como esta ocorrem em média a cada 700 mil anos.
Muitos cientistas acreditam que sob o parque nacional americano de Yellowstone, famoso por seus gêiseres, exista um super-vulcão. Será verdade? Como ele foi formado? O que acontece se ele explodir? São as respostas para estas perguntas que o documentário vai buscar.
Através de pesquisa foi constatado que em Yellowstone existiram super-vulcões. Na verdade em Yellowstone já existiram três super-vulcões que explodiram a 2 milhões, 1,6 milhões e 600 mil anos atrás, com variação de 100 mil anos para + ou -. Um deles tinha uma caldeira de 100 x 40 km !!!
Hoje, existe um supervulcão? Sim. Estão sendo feitos muitos estudos e o documentário vai apresentar diversas provas de que um supervulcão está mudando a geografia do local, como um lago que é sempre deslocado pela elevação e abaixamento da caldeira, sendo que isto ocorre a milhares de anos, fato confirmado por objetos indígenas encontrados no local.
Qual seria o tamanho de sua explosão? Para responder esta pergunta você conhecerá o sistema de classificação de erupçções vulcânicas, com exemplos de explosões e seus respectivos valores. Um super-vucão seria classificado como nível 8.
Quais os sinais que uma super-erupção prestes a ocorrer dariam antes de realmente acontecer: muitos terremotos, distintos no sismógrafo, e ocorreria o soerguimento do terreno.
E finalmente é simulada a terrível explosão do super-vulcão de Yellowstone. Tudo em um raios de 100 km seria destruído. O resultado ao longo do tempo será apresentado:
- Primeiro dia: fluxos piroclásticos. Um exemplo do poder de fluxo piroclásticos será mostrado: O desastre que ocorreu em 1997 na ilha de Mont Serrat no Caribe. Sua capital foi destruída e hoje só existem escombros e cinzas, é uma cidade fantasma.
- Três dias depois: os céus estariam escuros e mortíferos. Como estaria os EUAs? Aviões e carros paralisados, centenas de incêncios florestais, visibilidade muito baixa, interrompimento de energia elétrica, chuvas que levariam lama aos rios e paralisariam usinas. Provavelmente 500 mil pessoas morreriam na área central.
- Sete dias depois: a 1600 km de distância as cinzas continuariam a cair e a matar pessoas. As cinzas são na verdade rochas pulverizadas, como cacos de vidros pontudos diminutos. O documentário vai mostrar o que acontece a animais e pessoas que respiram cinzas vulcânicas. A Doença de Mari é causado pela parada de funcionamento do pulmãos que descontrola o crescimento dos ossos e após um mês a morte chega.
- Dois anos depois: Os piores resultados ocorrem agora. Os gases permanecem no ar, mudando o clima do planeta. Um exemplo recente é citado. Conheça a história do ano sem verão que ocorreu em 1816, causado pelo vulcão Tampora, em Java, a 16.000 km de distância do local. Um supervulcão causaria um esfriamento muito grande, com gelo e neve mesmo em regiões equatoriais, o que mataria toda a vegetação no solo. A fome chegaria e milhões de pessoas na Terra morreria.
Mas a pergunta crucial: em Yellowstone um super-vulcão pode explodir? E o mais importante: quando?
Para responder quando, a chave é entender a composição do magma abaixo. Antes de explodir, a câmara de magna tem que ter mais de 50% de material derretido. Quanto tem hoje? Apenas 10%... Mas em 2003 cientístas viram sinais como longas rachaduras no solo, o maior geiser do mundo ficou ativo, o solo aqueceu muito, animais morreram com gases mortais saídos do solo. O que significariam estes sinais? Eles fazem parte de um ciclo.
Para finalizar é concluído que é improvável que ocorra uma super-erupção num futuro próximo, mas quando isto ocorrer, os EUA ficariam arrasados assim como o resto do mundo.
domingo, 6 de junho de 2010
206 farmacias ja tem serviço so para animais
"As farmácias já têm montada uma rede a nível nacional com know-how em matéria de medicamentos que pode ser aplicado na utilização veterinária", diz Carlos Godinho, responsável pelo desenvolvimento do projecto. "De acordo com a lei, podem existir estabelecimentos só para venda de medicamentos veterinários. Mas é uma coisa nova, ainda sem expressão em Portugal. "O nosso objectivo é aproveitar a rede de farmácias para com muita facilidade conseguirmos estender a oferta à generalidade do território nacional", acrescenta o responsável, lembrando que o projecto-piloto teve início em 2007.
Longe vai o tempo em que os animais eram tratados com medicamentos para uso humano, cujas doses eram adaptadas às especificidade de cada raça. "Hoje temos no mercado produtos para quase todos os tipos de patologia, estudados e testados especificamente para os animais, o que dá uma garantia muito maior em termos de segurança", conta Carlos Godinho, ele próprio médico veterinário. Além disso, segundo este médico, os medicamentos para uso animal oferecem agora riscos "muito menores", sendo no entanto necessária alguma formação específica por parte dos farmacêuticos.
"É frequente as pessoas chegarem à farmácia com dúvidas sobre a melhor forma de administrar um medicamento que foi prescrito ou com dúvidas sobre a utilização de outros cuja venda é livre."
Por isso, o Espaço Animal inclui acções com uma componente formativa e com um objectivo claro: "Dar aos farmacêuticos ferramentas para que possa existir um aconselhamento correcto sobre a forma de os medicamentos serem administrados sem riscos, quer para os animais quer para os próprios utentes."
Entre as dúvidas colocadas pelos clientes, ganham relevância questões sobre a desparasitação e a utilização de suplementos alimentares.
Assunção Matos, proprietária de uma farmácia na Maia onde esta oferta já existe desde Setembro passado, diz que a procura aumentou quando passou a ser dada visibilidade aos produtos veterinários: "Temos um conjunto de prateleiras com o mais variado tipo de produtos, desde desparasitantes a champôs, por exemplo, e as pessoas começaram naturalmente a fazer perguntas."
Por isso, a farmácia criou uma espécie de "passaporte", onde consta o mais variado tipo de informações sobre os animais de companhia. "Ter um animal em casa obriga a fazer profilaxia e a ter determinados cuidados sob risco de a própria saúde das pessoas ser posta em causa", assinala Assunção Matos, sublinhando que o facto de este espaço existir numa farmácia "confere credibilidade" ao aconselhamento. "Antigamente, todos os medicamentos veterinários estavam armazenados no interior da farmácia, não eram visíveis, e o nosso aconselhamento era menos solicitado", diz a farmacêutica.
Home detido por maltratar animais
Billy Joe Gregg vai agora a tribunal responder por 12 crimes de crueldade contra animais, no próximo dia 10 de Junho, avança a agência «Associated Press». O funcionário da Conklin Dairy Farms, que já rejeitou ter conhecimento do comportamento deste, arrisca-se a cumprir uma pena de 90 dias e a uma multa. Entretanto, para recuperar a liberdade, Billy Joe Gregg teve de pagar cem mil dólares de fiança (80 mil euros).
Algumas das imagens recolhidas pela Mercy for Animals mostram o acusado a usar, além das mãos, barras de ferro e pés de cabra para agredir os animais.
Animais sofrem com o maior desatre dos E.U,A.
A operação aconteceu a 1.600 metros de profundidade. Uma cúpula de metal amarelo com o formato de um grande sino ligado a um tubo foi feita para vedar o poço e funcionar como uma espécie de aspirador gigante, levando o petróleo para os porões de um navio. A peça foi encaixada na ponta do cano com a ajuda de robôs. Mas o vazamento não foi totalmente contido. De cada cem litros de petróleo que continuam se espalhando no mar, apenas cinco estão sendo sugados pelo equipamento e armazenados na superfície.
Os técnicos da Britsh Petroleum disseram que o óleo ainda vaza por válvulas que serão fechadas aos poucos. Se desta vez tudo der certo, eles esperam chegar a recuperar 90 de cada 100 litros que escapam do poço danificado.
Na superfície, a mancha já é tão grande que seria capaz de cobrir todo o estado do Rio de Janeiro e ainda uma pequena parte de São Paulo e de Minas Gerais.
Nesta sexta-feira (4), o presidente Barack Obama voltou ao estado de Louisiana para visitar comerciantes e moradores que estão tendo prejuízos com o desastre ambiental. Ele disse que ainda é cedo para ser optimista com relação ao fim do vazamento.
O óleo já chegou a várias reservas ambientais da costa do estado da Lousiana. Hoje, agentes do governo responsáveis pelo resgate de animais estiveram em um santuário de pelicanos atingido pela maré negra do petróleo.
Quase não dá para ver os animais debaixo de tanto óleo. Alguns respiram com dificuldade. Dezenas de pássaros foram resgatados. Mas, segundo os técnicos, pelo menos um terço deles não vai sobreviver.
Parque Biológico tratou mais de 18 mil animais
"O grande valor desta actividade de recuperação dos animais não é para a conservação da natureza, mas para a sensibilização ambiental. As pessoas estão cada vez mais conscientes e, por isso, sobe o número de entregas no parque", entende Nuno Oliveira, presidente do Parque Biológico. As estrelas do momento são quatro petos verdes (pica-paus) a caminhar para a adolescência.
"Foi uma carrinha que embateu numa árvore e fez tombar um ramo. Houve alguém que ouviu piar no interior do tronco. Era um ninho de petos", conta a veterinária Vanessa Soeiro. A incubadora ajudou as aves a fortalecerem-se. O próximo passo é ensiná-las a procurar comida sozinhas. "Vamos colocá-las numa gaiola pequena onde terão um tronco com escaravelhos e larvas para ver se têm o instinto de ir buscar comida", atenta. Se correr bem, mudar-se-ão para um espaço maior para ensaiarem o voo. Quando tiverem autonomia, serão libertadas. Para Vanessa Soeiro, esse é o momento mais gratificante do trabalho.
O sonho da equipa do Parque Biológico é poder dar mais conforto e melhores condições de recuperação aos animais. Razão pela qual procuram, há anos, financiamento comunitário para renovar as instalações e construir um túnel de voo e duas câmaras de muda. Bastam 300 mil euros. As duas primeiras candidaturas foram chumbadas. A terceira foi aprovada recentemente, mas ficaram a saber, depois, que afinal não havia verba para distribuir. "Não é justo que seja só o Município de Gaia a pagar a factura. Estamos a fazer de hospital público e a exercer uma competência que é do Estado", conclui Nuno Oliveira.
Animais mais feios recebem menos atenção
Os animais também sofrem com complexos de estética. Não propriamente por as espécies se acharem mais bonitas ou feias, mas sim pela visão que os cientistas têm delas. Um estudo da Universidade de Pretória chegou à conclusão de que os animais mais bonitos ou com relações mais próximas com o homem receberam muito mais atenção dos cientistas do que aqueles que têm um ar mais feio ou desagradável. Esta negligência pode causar a extinção dos animais menos interessantes.
Traduzindo em números, as chimpanzés foram, desde 1994, dedicados 1855 estudos; já o manatim foi estudado apenas 14 vezes.
"Os problemas ambientais atingem tanto os animais 'giros' como os 'feios'. A diferença vem quando os grupos de conservação da natureza precisam de pedir dinheiro às pessoas para salvar as espécies", explicou ao DN o norte-americano Nathan Yaussy, mentor do blog Endangered Ugly Things (http://endangered-ugly. blogspot.com/).
Se virmos os dados acerca dos estudos feitos em espécies de animais, vemos que o top 3 é liderado por animais bonitos (suricata e leopardo) ou próximos do Homem (chimpanzé). "Existe um grande preconceito entre os investigadores, que preferem os animais giros e mais interessantes", diz o estudo. O suricata, por exemplo, foi mencionado em mais de cem publicações desde 1994, enquanto espécies como o manatim só recebem 14 estudos e outras são mesmo ignoradas, com o glutão ou o peixe-bolha. "Os cientistas são pessoas como as outras", refere a investigação.
O resultado desta negligência pode ser o desequilíbrio de todo um habitat. É por isso que já se começa a inventar estratégias para contornar esta tendência, como fez a Liga de Protecção da Natureza (LPN) ao convidar as pessoas a proteger esses habitats. "As pessoas associam-se mais ao animal do que ao habitat, excepto quando se fala em recifes de coral ou na Amazónia", explica Alexandra Cunha, presidente da LPN.
Por isso, para proteger animais menos carismáticos, foi preciso alargar o âmbito da iniciativa e escolher uma "espécie-chapéu" para ajudar: "Para chamarmos a atenção sobre algas em perigo no Sado decidimos sugerir às pessoas que adoptassem o habitat, neste caso uma pradaria-marinha. Usámos um cavalo-marinho como 'espécie-chapéu' e assim protegemos as algas, que, só por elas, não conseguiriam apoio", desvenda.
quarta-feira, 10 de março de 2010
Sismo do Haiti
O sismo do Haiti de 2010 foi um terramoto catastrófico que teve seu epicentro a cerca de 25 quilómetros da costa haitiana, Porto Príncipe, e foi registado às 16h 53min 10s do horário local (21h 53min 10s UTC), na terça-feira, 12 de janeiro de 2010. O abalo alcançou a magnitude 7,0 Mw e ocorreu a uma profundidade de 13 km (8,1 mi). O Serviço Geológico dos Estados Unidos registou uma série de pelo menos 33 réplicas sismológicas, 14 das quais eram de de magnitude 5,0Mw a 5,9Mw. O Comité Internacional da Cruz Vermelha estima que cerca de três milhões de pessoas foram afectadas pelo sismo. O Ministro do Interior, Haitiano Paul Antoine Bien-Aimé, antecipou em 15 de Janeiro que o desastre teria tido como consequência a morte de 100 000 a 200 000 pessoas. da capital segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Fim da cimeira de Copenhaga
Apesar da cimeira ter terminado, apenas ficou registada e não foi adoptada pelos órgãos da cimeira. Teria que haver um voto favorável de todos os países, o que não aconteceu. Assim, o acordo, para além de representar um fracasso na opinião da Quercus é um documento ainda mais fragilizado. O símbolo da Convenção das Nações Unidas não deverá vir estar presente no texto final que, mesmo depois de terminada a Cimeira, ainda recebe algumas correcções.
Os líderes falharam em conseguir um verdadeiro acordo como prometido. Ignoraram a ciência e guiaram-se por interesses nacionais. Estamos perante um atraso com muitos custos, que podem ser medidos em vidas humanas e em dinheiro perdido. O continuar do Protocolo de Quioto para além de 2012 está ameaçado.
Os líderes mundiais precisam de repensar este acordo. Tal como está, irá desmoronar-se assim que analisado com mais atenção. É preciso os líderes mundiais reunirem-se novamente antes de Junho para resolverem os assuntos que ficaram pendentes agora.
Principais culpados:
- os Estados Unidos da América (que não querem assumir por agora metas de emissões ambiciosas e vinculativas),
- a China (que se recusou a ver acompanhado internacionalmente o seu esforço de redução de emissões),
- o Canadá (por trazer uma posição muito fraca para Copenhaga e sem intenção de a melhorar, recebendo o prémio “fóssil do ano” atribuído pelas ONGs,
- o Brasil (que teve um Presidente a fazer um discurso com um conteúdo brilhante, mas que pretende uma abertura a projectos inadequados no mecanismo de desenvolvimento limpo e que participou activamente com os Estados Unidos na elaboração do famigerado acordo).
- O Presidente da Conferência (Primeiro-Ministro dinamarquês Rasmussen) foi também um contributo para um final confuso e algo infeliz (na última parte já sem ele a conduzir os trabalhos).
Sobre a União Europeia e Portugal
A União Europeia deveria desde já ter assegurado a continuação do Protocolo de Quioto para um segundo período pós-2012 e foi demasiado passiva em termos negociais, apesar de reconhecermos a sua liderança. A União Europeia deve confirmar que o processo negocial deve seguir de modo firme o caminho da Convenção das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas que sem dúvida saiu fragilizado de toda esta negocial surreal e deprimente. Deve também clarificar que a contribuição financeira aos países em desenvolvimento acordada em Copenhaga é adicional.
Portugal tem também desafios pela frente e deve tomar medidas internas mais coerentes, na área do ordenamento do território, promovendo os transportes colectivos, na área da conservação de energia e eficiência energética, a par das energias renováveis mais sustentáveis, preparando-se para uma verdadeira revolução energética ao longo da próxima década, também aqui citada em Copenhaga pelo Primeiro-Ministro e que a Quercus tem reivindicado.
domingo, 15 de novembro de 2009
Noticia: " Copenhaga vem aí!!"
O objetivo da reunião é negociar um sucessor do Protocolo de Quioto, acordo climático que regula a emissão de carbono pelos países signatários — mas que expira em 2012. Nove em cada dez desastres naturais estão relacionados à mudança climática. Temperaturas cada vez mais altas, enchentes, secas e tempestades afetam a vida de milhões de pessoas. Então, como garantir o crescimento de longo prazo e proteger o planeta? Eles têm que responder a essa pergunta. A nossa sobrevivência e a das outras espécies depende disso.
http://www.youtube.com/watch?v=YdE068iBqIM
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Aquecimento global
Em apenas 30 anos, o aumento foi de 2,75 °C. De acordo com a agência espacial norte-americana (Nasa), o gelo no ártico vem diminuindo 10% a cada década desde 1980. No outro extremo da Terra, a Antártica sofreu elevação de temperatura de 2,5 °C desde 1940. Somente no período posterior a 1997, essa região registou um degelo de 3 mil quilómetros quadrados (embora existam geleiras que aumentaram de tamanho, por causa das alterações nas correntes marítimas).
As principais cordilheiras do mundo também estão a perder massa de gelo e neve. De acordo com o Worldwatch Institute, desde 1850 as geleiras dos Alpes recuaram de 30% a 40%. Artigo da revista britânica especializada Science, de outubro de 2002, afirma que a capa de neve que cobre o monte Kilimanjaro, na Tanzânia, pode desaparecer nas próximas duas décadas.
O Árctico e a Gronelândia estão a derreter- A cobertura de gelo da região no verão diminuiu ao ritmo constante de 8% ao ano há três décadas. No entanto, a temperatura na região era superior à actual nas décadas de 1930 e 1940, sendo os glaciares mais pequenos do que hoje. Em 2005, a camada de gelo foi 20% menor em relação à de 1979, uma redução de 1,3 milhões de quilómetros quadrados, o equivalente à soma dos territórios da França, da Alemanha e do Reino Unido. No entanto, no Hemisfério Sul, durante os últimos 35 anos, o derretimento apenas aconteceu em cerca de 2% da Antárctida, onde 90% do gelo do planeta está acumulado; nos restantes 98%, houve um resfriamento e a IPPC estima que a massa da neve deverá aumentar durante este século. Mesmo um aquecimento de 3 a 6 graus tem um efeito relativamente insignificante já que a temperatura média da Antárctida é de 40 graus negativos. É de notar igualmente que no período quente da Idade Média havia quintas dos Viking na Gronelândia e também não havia gelo no Árctico.
Os furacões estão cada vez mais fortes- Devido ao aquecimento das águas, a ocorrência de furacões das categorias 4 e 5 (os mais intensos da escala), dobrou nos últimos 35 anos.
O nível do mar subiu- A elevação desde o início do século passado está entre 10 e 25 centímetros. Em certas zonas litorais, como algumas ilhas do Pacífico, isso significou um avanço de 100 metros na maré alta. Actualmente, o painel inter-governamental de mudança climática estima que o nível das águas poderá subir entre 14 e 43 cm até o fim deste século. Estudos recentes parecem indicar que, contrariamente ao que antes se pensava, o aumento das taxas de CO2 na atmosfera não está provocando nenhuma aceleração na taxa de subida do nível do mar.
Os desertos crescem- O total de áreas atingidas por secas dobrou em trinta anos. Um quarto da superfície do planeta é agora de deserto. Só na China, as áreas desérticas avançam 10.000 quilómetros quadrados por ano, o equivalente ao território do Líbano.
As mortes aumentam- A Organização das Nações Unidas estima que 150.000 pessoas morrem anualmente por causa de secas, inundações e outros factores relacionados directamente ao aquecimento global. Estima-se que em 2030, o número dobrará.









